Cuidados Básicos com Plantas de Interior

É cada vez mais comum e indispensável termos plantas em espaços interiores como as nossas casas ou apartamentos, o nosso local de trabalho e nos espaços comerciais. Sem as plantas, estes espaços não são os mesmos. Tornam-se mais frios, sem vida e movimento.

Para ajudar quem tem ou quer ter plantas em espaços interiores, reunimos um conjunto de cuidados básicos que deves ter em conta quando compras plantas de interior.

Luminosidade

Para sobreviverem e se desenvolverem, as plantas necessitam de luz. É através da luz solar que obtêm alguns nutrientes e a energia necessários para o seu crescimento.

Existem algumas que toleram luminosidade reduzida, outras que não suportam luz direta e ainda as que não sobrevivem se não tiveram uma exposição solar direta. O segredo está em conhecer bem as plantas que temos e os locais para os quais estas se destinam. Não convém colocar uma planta que não tolera sol direto, à janela, ou uma que necessita de exposição solar direta, num local sombrio, por exemplo.

Na generalidade, as plantas de interior não gostam de sol direto. À exceção dos cactos e das suculentas, as plantas de interior, quando em demasiada exposição solar direta, ficam com manchas acastanhadas nas folhas.

A direção do crescimento das plantas também é guiada pela fonte da luz, pelo que podes rodar os vasos para garantir um crescimento homogéneo.

Créditos: @emilyblincoe/Instagram

Rega

O excesso de água é a maneira mais fácil e, provavelmente, a mais comum de matar uma planta de interior. Existem plantas que necessitam de mais água do que outras, no entanto, só as plantas aquáticas é que gostam de estar encharcadas. Para regares as tuas plantas de uma forma saudável, deverás ter estes pontos em consideração:

·         Antes de regar qualquer planta verifica se ela necessita mesmo de água. Existem plantas que têm que ser regadas logo que a terra comece a ficar seca e outras que se tem que deixar secar bem a terra antes de regar novamente. Para fazer esta avaliação, enfia o dedo na terra junto a uma das bordas do vaso e tira as tuas conclusões de acordo com as características da planta.

·         Para regar utiliza água tépida ou à temperatura ambiente. Deita a água diretamente na superfície do solo até sair pelo furo de drenagem. No caso de ser um vaso sem furo, a rega tem que ser muito mais cuidada de maneira a que a água não se acumule no fundo do vaso. Neste caso, é preferível regar mais frequentemente com pouca quantidade de água.

·         Nunca estabelecer uma rotina para regar as plantas. A frequência das regas varia de acordo com diversos fatores, como a temperatura ambiente, o material do vaso ou o substrato. O melhor é mesmo dar-lhes um pouco de atenção, pelo menos uma vez por semana, e utilizar a técnica do dedo para verificar se a rega é necessária. O tempo trará a experiência e todo este processo passará a ser natural.

Créditos: @joanacancio_allgoodthings/Instagram

Fertilização

Uma planta tem várias fontes de nutrientes. A água, o sol e o substrato são as principais. No entanto, a prosperidade de uma planta depende, em muitos casos, do fertilizante, quer seja ele natural ou não, ou estando já incluído no substrato.

Os fertilizantes para plantas têm que ter pelo menos 3 substâncias minerais básicas: o nitrogénio (N), o fósforo (P) e o potássio (K). Daí a sigla NPK que aparece nas embalagens de todos os adubos ou fertilizantes, na maioria das vezes em formato numérico (ex: 10-10-10).

Nas plantas menos exigentes, um simples acrescentar de nova terra numa mudança de vaso é suficiente para que estas tenham os nutrientes necessários. No caso de plantas mais exigentes a nível nutricional ou com um substrato mais fraco, aconselha-se a aplicação de um adubo no início da época de crescimento ativo.

Créditos: Unsplash

De qualquer forma, se precisas de um conselho para fertilizares a tua planta, contacta-nos!

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